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29 Março 2004


Algo que escutei hoje no DIÁRIO DE NATAL, me fez refletir sobre as minhas opiniões em relação ao governo Lula. Um amigo chegou na redação e soltou a bomba: "Este governo Lula é foda. Até ciclone - coisa que nunca se tinha ouvido falar no país - surge do nada para melar a coisa toda. Vai ter azar assim no raio que o parta".
Alguém tem algo a acrescentar???

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Alexandre[18:38]




Os normais devem tem ouvido falar - ou mesmo lido - em algum momento de suas vidas da emblemática revista MAD. Por muito tempo, não havia ícone mais significativo da contracultura (até hoje acho que ela ainda é, mas, vá entender) e basta folhear uma edição para que entendamos o porquê.
Pois bem, chafurdando o lamaçal da Internet, descobri um site bastante interessante: "The Mad Cover Site". Esta preciosidade lista todas as capas de praticamente todas as edições da revista MAD - desde a sua primeria até a mais recente. Imperdível.
É compreensível o estrago que esta "simpática" revista fez durante as décadas de 60, 70 e 80.
Para aqueles que querem entender um pouco do fenômeno MAD, cliquem aqui.
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Alexandre[17:13]

25 Março 2004
Faça algo para o bem de seu filho.
Apague os EUA e Israel do Atlas que ele leva à escola.
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Alexandre[21:44]

22 Março 2004
Um disco para poucos | Surfer Rosa - Pixies


Surfer Rosa
The Pixies


O disco que pretendo apresentar a vocês (ao menos, aos não iniciados) reflete meu extremo desgosto por saber que o Pixies virá ao Brasil, fará um show único para os mortais e eu, como não poderia deixar de ser, não poderei conferir Frank Black (pode chamar também de Black Francis), Kim Deal, Joey Santiago e David Lovering mandando o mundo para os ares.
Surfer Rosa, segundo disco dos caras (o primeiro, Come On Pilgrim, é um EP), não me chamou a atenção quando o escutei pela primeira vez. Em meados de 1997, quando comecei a escutar a banda com maior profundidade, confesso que estava hipnotizado pelo matador Doolittle. Escutei Surfer Rosa e fiquei com uma pulga atrás da orelha: preciso escutá-lo mais algumas vezes.
Pois bem, após repetidas audições, por sua crueza e beleza, Surfer Rosa está entre os melhores discos de rock'n'roll já produzidos. Frank Black & Cia. conseguem o impossível: fazer o ouvinte rastejar diante daquelas "musiquinhas" esquisitas. Dono de uma latinidade explicita, Surfer Rosa pode, juntamente com Ritual de Lo Habitual, do Jane's Addiction, como uma das pérolas daqueles idos da década de 80.
Pouco provável que qualquer cidadão com neurônios suficientes fique impassível diante deste disco. A primeira audição de Gigantic e Where is My Mind?, duas das 13 canções desta maravilha, basta para que a dúvida tome conta de seu coração: "seria este o disco que estava procurando?". Na audição seguinte, com pouquíssima sorte, você será tomado de assalto: boa hora para você levar este disco esquisito para casa. "Break my body; Roll my bones..." já diria Black Francis...

Destaques
River Euphrates
Gigantic
Where Is My Mind?
Break My Body


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Alexandre[01:57]

19 Março 2004
Alucinando Todas | Yoshimi Battles - The Pink Robots


Yoshimi Battles The Pink Robots
The Flaming Lips


Sabe quando você, por algum motivo, compra algo "no escuro" - sem sequer ter idéia do que diabos está levando - e aquilo termina por te surpreender? Pois bem, depois que comprei o disco Yoshimi Battles The Pink Robots, do Flaming Lips, aconteceu a mesma coisa: sem perceber, havia comprado uma obra-prima.
O disco não é para qualquer um: difícil, esquisito, mas, à sua maneira, excepcional. Psicodelia, música eletrônica, Rock'n'Roll, Pop... tudo está lá; diluído, mas lá. Yoshimi... pode ser encarado como um prolongamento de tudo o que o Flaming Lips havia feito com o seu também obrigatório The Soft Bulletin.
Já conhecia os Flaming Lips há algum tempo (das tardes em que, sem nada mais a fazer, ficava assistindo a MTV até ter uma cãimbra). O primeiro disco que comprei foi o saudoso (pois já o vendi) Clouds Taste Metalic. Depois de algum tempo, a admiração cresceu e, graças à boa e velha Velvet Discos, consegui comprar um dos melhores discos de toda a minha coleção: Transmissions From The Satellite Heart. Foi a partir daí que passei a admirar o trabalho dos caras do Flaming.
Com relação este Yoshimi Battles The Pink Robots, não existem canções imediatamente surpreendentes, mas estas, com o tempo e maior audição, certamente tomarão o controle do cerebelo ou hipotálamo. Yoshimi é como uma viagem: as primeiras imagens não agradam, mas, quanto mais penetramos o desconhecido, vamos encontrando surpresas; a paisagem passa a, mais que agradar, nos fascinar.
Produzido pelo próprio grupo, este disco demonstra que o pop tem salvação, bastando, para tanto, uma dose cavalar de criatividade e disposição.
Os destaques - se é humanamente possível dizer tal heresia - ficam a cargo das belíssima Do You Realize?? (matadora) e Yoshimi Battles The Pink Robots pt.1, mas, claro, não ficam somente nisso. Gaste alguns reais e compre esta maravilha.

Destaques
Fight Test
In The Morning of The Magicians
Yoshimi Battles The Pink Robots pt.1
Do You Realize??


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Alexandre[21:40]

18 Março 2004
Hoje meu amor completa mais um ano de vida. Ela havia me pedido para escrever-lhe um cartão, uma dedicatória, sei lá, qualquer coisa. Talvez por uma inata idiotia, me sinto um tanto quanto inútil diante deste pedido. O tempo corrido de meus dias, sei lá, novamente, não me permitiu elaborar esta prova escrita de tudo o que sinto por esta mulher que tem feito os meus dias mais e mais brilhantes.
Novamente, enquanto escrevo estas linhas, me vem a memória o pedido dela: "Me escreve um cartão. Qualquer coisa. Apenas me escreva algo". Sinceramente, diante do tempo que urge, me sinto um inútil, em não poder fazer o que ela me pede.
É exatamente por isso que, neste dia, prefiro dizer para ela a única coisa que me vem a cabeça - e que já disse, sim, com a devida entonação, uma centena de vezes:

Kênia, Eu te amo... do fundo do meu parco e, graças a você, mais vivo coração...
Quero mais e mais sonhar com você.

Feliz Aniversário, meu amor............

Alexandre
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Alexandre[00:29]

12 Março 2004


Loaded
Velvet Underground

Sei que o sono é um problema, mas estava escutando um "disquinho" e decidi dar início a uma série de comentários sobre alguns (em especial, aqueles que fazem parte da minha discoteca básica). Sinceramente, não sei porque motivo nunca escrevi sobre este disco. Para muitos, o primeiro disco do Velvet Underground - aquele com a Nico cantando Femme Fatale - é o grande e insuperável albúm dos caras. Concordo, em gênero, número e grau. No entanto, em pé de igualdade com o bicho, temos esta preciosidade: Loaded.
Considero-o uma espécie de canto do cisne: um disco difícil, mas, de tão vigoroso, impressionante. É complicado gostar do "cidadão" na primeira audição. Confesso que as duas primeiras canções (Who Loves The Sun e a magnifica Sweet Jane) foram aquelas que me acertaram o primeiro soco. No entanto, para decifrá-lo como um todo, tive que escutá-lo pelo menos umas cinco ou seis vezes. A partir daí, Loaded figura, ao menos aos que têm um pouco de tutano, como uma das mais incríveis crias do Rock'n'Roll.
É preciso um pouco de familiaridade com o universo deste disco: dor de cotovelo, decadência, jaquetas surradas e algumas, mas certeiras, desilusões. Pode dar a mão à palmatória: o bom, velho e escroto Lou Reed irá te apresentar uma gratificante mostra daquilo que escorre por suas mangas. Este disco, para alguns fãs, aparenta ser somente uma prévia do que o cidadão Lou aprontaria após o sepultamento do velho Velvet.
Se você não tem, trate de comprá-lo: você não se arrependerá. Na minha solene opinião, certamente o disco o(a) tomará de assalto. Um disco de cabeceira certamente e que nos presenteia com todo o veneno e cinismo do grande Lou.

Destaques:
Who Loves The Sun
Sweet Jane
New Age
Ride Into The Son
I Found a Reason
Oh! Sweet Nuthin'


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Alexandre[01:47]

11 Março 2004


Sensacional
Estou atrasado, mas vale dizer: quem ainda não foi assistir Encontros e Desencontros, da filha do homem Sophia Coppola, não sabe o que está perdendo. Uma das mais belas comédias românticas que já assisti e, de quebra, com belíssimas imagens. O film justifica, sim, o seu ingresso e lava a alma. Fomos assistir, eu e Kênia, e simplesmente adoramos (ela deve ter escrito e publicado algo no weblogger dela). Alguns ficarão um tanto quanto chateados: o filme chega a ser um pouco arrastado (tudo para garantir a atmosfera de intensa solidão), mas, ao final, juntamente com os primeiros acordes de Just Like Honey, do Jesus And Mary Chain, você sabe que tudo termina bem, independente de como termine.
Pode ver sem neuras e outras preocupações (e não esqueça a pipoca).

Desrespeito
Não devo ter comentado, mas continuo um tanto quanto puto com o cine Moviecom, aqui em Natal. Os caras fizeram o que poderia taxar de desrespeito ao consumidor, ao divulgar e não exibir as estréias previstas para o final de semana passado. Estou um pouco atrasado, mas, como neste espaço posso dizer básica e irrestritamente o que quero, achei por bem desabafar. Engraçado que os putos não atrasaram nenhuma das porcarias que exibiram durante os últimos meses. Na verdade, aquelas salas estão saindo pelo ladrão, literalmente: somente tem exibido porcaria, exceção a pelo menos três filmes (Encontros e Desencontros, Peixe Grande e Por um Triz).
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Alexandre[10:55]

10 Março 2004


Ganhar presentes é algo muito, mas muito bom. Este fato, no entanto, torna-se ainda melhor quando o presente é algo que você desejava ter há muito tempo e veio da mulher ou pessoa que você ama.
No meu caso - não entendi o motivo, mas adorei - o fato de ganhar o DVD Tourfilm, do REM, da mulher que amo, Kênia Castro, foi algo inimaginável.
A primeira vez que assisti este show do REM foi em meados de 1994, pela TV Bandeirantes, sempre no finalzinho da tarde. Costumava chamar o horário em que passava a apresentação de "tortura chinesa" (mal dava tempo de passar uma música). Assisti o show aos pedaços, música a música: simplesmente adorava este show.
Para muitos, Tourfilm registra a melhor fase do REM e isto é verdade, pelo menos em termos: é possível observar um vigor na apresentação, principalmente do Michael Stipe, que pouco se vê em dias atuais (apesar dele continuar tão bom quanto o Bono).
No mais, é isso. Queria apenas registrar o quanto adorei o presente dado pelo meu amor: foi uma longa espera, mas valeu a pena.
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Alexandre[09:53]

07 Março 2004


Abaixo os puristas! Dogville, de Lars Von Trier, é, sem medir qualquer comentários, maravilhoso. Teatro, cinema, cinema e teatro. Senhoras e senhores, este filme tem algo de majestoso, sensacional e niilista. Devo ter usado o termo esta semana, mas vale a pena dizê-lo novamente.
Assista este filme e, na melhor das hipóteses, encontre um novo sentido para alma lavada. Se alguém perguntar a você onde estão as casas e os demais adicionais cenográficos, não tenha dúvidas: mande esta pessoa à MERDA.
"Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima" e, de quebra, silencie alguns imbecis. Maravilhoso: este filme lavou minha alma.
Assistam, comentem e, se possível, comprem em DVD para a posteridade. Para que seus filhos e os filhos de seus filhos entendam que a existência humana é uma merda, mas ela é piorada pela existência de mediocres, idiotas e, pior, hipócritas.
No final, mande-os às favas.
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Alexandre[21:06]

05 Março 2004
Somente pra constar: se continuar dessa maneira, este blog ficará deveras desatualizado. Hoje, como nenhum outro dia, foi foda: trabalhei feito um burro de carga (se assim podemos dizer, em se tratando da velha praxis jornalística).
Acredito que, ao longo deste fim de semana que se anuncia, poderei atualizar este espaço com alguma coisa humanamente útil.
No mais, é isso.

PS. Mandei uma "mensagenzinha" para o fórum RN Rock, do qual participo, explicando o quanto valorizo o papel do crítico como um dos motores para o surgimento da boa música. Nesse fórum fiz algumas ponderações sobre a crítica e como esta pode ser importante (desde que bem empregada). Ao final, a clássica frase "milhões de moscas não podem estar enganadas: é merda" foi explicitada para os leigos que acreditam que devemos escutar ou ler de tudo para analisarmos o que presta e o que não. No meu caso, fico com o bom e velho Bukowski (em uma reflexão que vale para a música também): "Literatura é que nem mulher: quando não presta, nem vale a pena perder tempo".
É Gênio...
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Alexandre[18:53]

03 Março 2004

Alguém tem algo contra o governo Lula? Muitos, é verdade, mas, apesar de tudo o que vem sendo noticiado, não perdi a esperança em relação a este senhor que, contrariando o medíocre status quo nacional (leia-se, acomodação generalizada), ainda poderá contribuir à mudança.
Não costumo questionar o que os demais de minha geração pensam acerca de nosso presidente. Acredito que, bem ou mal (graças as injustiças de toda a natureza sofridas por nosso povo), ainda nos resta a esperança, algo que, apesar dos votos em contrário, continua a resistir.
O que acontece, creio eu, é que um país com uma parca experiência democrática (façam as contas de João Goulart, passando por Collor de Melo e terminando em FHC) não pode dar-se ao luxo de exigir mudanças radicais, como a salvação de toda uma existência enquanto nação.
O povo brasileiro, que está reaprendendo desde 1986 como viver em um regime democrático, precisa apostar no novo. Amigos, o novo tem nome, bem ou mal: chama-se Luiz Inácio Lula da Silva. Tenho orgulho, como nunca tive, de ser governado por um nordestino, como eu, sonhador, como eu, e que acredita, como muitos, que o futuro de nossa nação reside em todos os que dele fazem parte.
Em suma, antes de criticar e atirar pedras, pediria aos que tanto questionam os caminhos de nosso país que fizessem uma mera reflexão: qual contribuição dei para a manutenção de nosso estado de direito? Resumindo: o que diabos fiz para mudar a vergonhosa situação deste que é, acima de tudo e todos, o meu país?
Creio eu que poucos terão feito algo. Muitos, por sua vez, somente sabem resmungar e reclamar. Aos que reclamam: tirem seus "rabinhos" de suas cadeiras e avaliem o que têm feito para mudar o país além, claro, de fingir que a miséria, o desemprego e os gritantes desníveis sociais podem ser sanados com um passe de mágica.
Melhor dizendo, parem de falar merda...
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Alexandre[16:14]

02 Março 2004


Não preciso dizer muito sobre este filme. As Invasões Bárbaras, de Denys Arcand, a seqüência de o Declínio do Império Americano, nos presenteia com uma sucessão de socos nos estômago (filosoficamente falando). Kênia e eu fomos assistí-lo ontem à noite. Impressionante como um filme, com bom humor e mordaz roteiro, é capaz de nos dizer tanto. Como sempre, a intelectualidade potiguar presente ficou com aquela cara de "comi, gostei, mas sei lá". Vá entender este povo. Aristeu, recebi teu e-mail e concordo com tudo o que você afirmou: Oscar = Viva, Bush!
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Alexandre[12:25]

01 Março 2004

Digamos que a imagem acima é uma prévia do que quer para este blog. Ainda estou trabalhando e, como disse a Kênia, fazer um layout somente com as ferramentas do Photoshop é pedir intervenção criativa divina. No mais, é isso. Antes que me esqueça, estou curtindo a ressaca pela não-premiação de Cidade de Deus (foi melhor para todo mundo!).
Antes que me esqueça, aos amigos: podem divulgar este blog. Vamos ver quanto tempo ele aguenta em pé.
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Alexandre[12:58]

Bem, passa de uma hora da manhã, meu humor foi para o espaço, mas, apesar de tudo, valeu a pena saber que Cidade de Deus, contrariando aquela corruptela de criadores de caso que torciam pelo improvável, não levou uma estatueta vagabunda do prêmio.
Não que tenha algo contra o filme: é, senão a melhor, uma das grandes provas de que sabemos e temos um potencial imenso para fazermos bom cinema.
No entanto, o que realmente me deixou puto foi ver alguns tantos palhaços fazendo torcida por um jogo de cartas marcadas: até onde vi, O Senhor dos Anéis havia levado nove estatuetas para casa (ganhou do Clint Eastwood - melhor, na minha opinião - na categoria de Melhor Diretor). O Oscar é jogo traçado, não adianta apostar ou cultivar esperanças.
Sabe o que mais, melhor Cidade de Deus não ter ganho; melhor continuarmos a produzir o nosso cinema sem a afetação oriunda dos efluídos cadavéricos (aprendi com o Lobão) de uma academia caduca e que, vidrada em "doletas", aposta no óbvio.
Parabéns, Cidade de Deus e todos que dele participaram, por permanecerem sem este premiozinho besta.
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Alexandre[01:59]