Graças a divina intervenção de nossa amiga Nanda (Valeu, querida!) vamos, eu e Kênia, assistir ainda esta semana os filmes Dogville, de Lars Von Trier, e Encontros e Desencontros, de Sophia Coppola.
Não costumo adotar a saída pelo DIVX, mas, diante do que vem ocorrendo com os cinemas de Natal, não há alternativa caros amigos.
Não há nada mais imbecil que esperar a boa vontade dos administradores de salas de cinema da "cidade do sol". Querem saber, quando perguntarem como posso comentar na coluna de cinema do Diário de Natal um filme que ainda não passou por cá direi, empregando o bom e velho Maquiavel, que os fins justificam os meios.
Só pelos minutinhos iniciais posso afirmar: os dois são ótimas representações do que há de melhor no cinema contemporâneo.
Claro, se os imbecis assim o quiserem, podem assistir qualquer outra porcaria. Que tal pagar R$ 24 para assistir "A Cartomante" com a "genial" Deborah Sexxo (os dois xis substituem os cês da mocinha)? ou melhor: a mesma quantia para assistir "Mais Velozes, Mais Furiosos e agora só com duas rodas". Mais pra frente gostaria de falar um pouco sobre a função do crítico para a arte na sociedade moderna...
Nem só de porcaria ou genialidade às avessas vive o homem.